Stablecoins superam Bitcoin e viram ativos mais comprados na América Latina, diz Bitso

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Stablecoins Dominam Compras na América Latina
As stablecoins superaram o Bitcoin e se tornaram os ativos digitais mais comprados na América Latina pela primeira vez, de acordo com o relatório "Panorama Cripto na América Latina" da Bitso.
- USDC e USDT representaram 40% de todas as compras na plataforma em 2025 nos quatro principais mercados: Argentina, Brasil, Colômbia e México.
- O movimento sinaliza uma mudança de uso: de especulação para acesso ao dólar, preservação de valor e remessas.
Mudança no Comportamento do Investidor
O relatório revela que o mercado cripto latino-americano se divide em dois usos principais: acesso ao dólar, impulsionado por stablecoins, e acumulação de longo prazo, ainda liderada pelo Bitcoin. Apesar de perder a liderança nas compras, o BTC continua sendo o ativo mais mantido nas carteiras, com 52% de participação.
Destaques por País
- Argentina: O caso mais extremo de "dolarização cripto", com stablecoins representando 71% das compras, sendo o USDT responsável por 57%.
- Brasil: Cenário mais equilibrado, com stablecoins em 34% das compras e Bitcoin em 22%. O país mostra maior atividade de negociação avançada.
- Colômbia: Posição intermediária, com stablecoins em 46% das compras, combinando busca por estabilidade e interesse em outros ativos.
- México: Mercado híbrido, com stablecoins somando 36% das compras, unindo investimento de longo prazo e uso financeiro transfronteiriço.
Novos Usos e Perfil do Usuário
O relatório destaca o uso de cripto por brasileiros que estudam na Argentina, especialmente em Medicina, para despesas como aluguel e mensalidades. As transações desse público têm valores médios entre US$ 200 e US$ 300.
Além disso, a adoção entre os jovens de 18 a 24 anos cresceu, chegando a 29% da base de usuários. A Bitso também identifica um mercado mais sofisticado, onde 8% a 10% dos usuários executam ordens de trade ativamente, movimentando valores muito maiores.
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