Chainalysis aponta que fluxo ilícito de criptomoedas para corretoras brasileiras ficou mais complexo

Análise Gerada por IA
Este resumo é gerado por inteligência artificial para ajudar você a entender melhor os pontos principais do artigo. A análise é automatizada e deve ser usada como um recurso suplementar.
Fluxo Ilícito de Criptomoedas no Brasil se Torna Mais Complexo
A Chainalysis revelou que o fluxo de fundos ilícitos para corretoras brasileiras está se tornando mais sofisticado, com novas ameaças emergindo em 2024 e 2025.
- Mudança na composição dos fluxos ilícitos a partir de 2024
- Crescimento de redes de lavagem em chinês e exposição a serviços russos sancionados
- Avanço da regulação brasileira como contraponto
Principais Ameaças Identificadas
O relatório destaca que o Brasil recebeu US$ 318 bilhões em criptomoedas on-chain entre julho de 2024 e junho de 2025, sendo o 5º maior mercado de adoção global. No entanto, criminosos estão aproveitando esse crescimento.
As três principais categorias ilícitas que dominam o mercado brasileiro são:
- Redes de Lavagem em Língua Chinesa (CMLNs)
- Lavagem de dinheiro relacionada a cartéis
- Transações de evasão de sanções ligadas à Rússia
O valor de criptomoedas ilícitas recebidas no Brasil saltou de US$ 11 bilhões em 2020 para US$ 154 bilhões em 2025. Os criminosos estão "espalhando fluxos por muitos pontos de entrada", mas 75% a 90% do volume ainda é rastreável a apenas cinco endereços por trimestre.
Regulação Brasileira Avança
Para combater essas ameaças, a Chainalysis destaca as Resoluções 519, 520 e 521 do Banco Central, que introduziram um caminho de licenciamento para corretoras, com obrigações de reporte a partir de maio de 2026.
A Lei nº 15.358 também amplia os poderes para bloqueio e confisco de criptomoedas ligadas ao crime organizado. O marco regulatório brasileiro é cada vez mais visto como um modelo regional, criando um ambiente mais difícil para redes de lavagem explorarem.
Ler o artigo completo
Este artigo é originário de LiveCoins. Clique abaixo para ler a história completa:
Ler Artigo Completo