O BCE rejeita as stablecoins como caminho para uma maior influência no euro

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BCE Mantém Ceticismo em Relação às Stablecoins, Mesmo as Denominadas em Euros
Christine Lagarde, presidente do BCE, reforçou sua posição crítica em relação às stablecoins, alertando que elas representam riscos à estabilidade financeira, mesmo quando atreladas ao euro.
- Lagarde destaca que 90% das stablecoins são em dólar, limitando o papel do euro no mercado cripto.
- O BCE alerta que stablecoins em euros podem pressionar bancos da zona do euro e prejudicar o crédito.
- A regulamentação MiCAR visa conter riscos, mas não elimina preocupações com corridas bancárias e instabilidade.
Lagarde afirmou que as stablecoins, apesar de inovadoras, evoluíram de um tópico marginal para uma preocupação central. Com mais de US$ 300 bilhões em oferta, elas dependem de dois grandes emissores (Tether e Circle) e são majoritariamente atreladas ao dólar, o que limita a influência do euro.
Mesmo as stablecoins denominadas em euros são vistas como arriscadas. Lagarde explicou que, sob a regulação MiCAR, os emissores devem manter lastro em reservas bancárias, o que expõe os tokens a riscos bancários individuais. Em uma crise, investidores podem correr para resgatar na UE, onde as proteções são mais fortes, sobrecarregando os bancos da zona do euro.
O BCE rejeita a ideia de que stablecoins em euros aumentariam a influência da moeda. Lagarde alertou que elas podem prejudicar o crédito bancário e dificultar o papel de estabilização do BCE. Para o mercado americano, o acesso facilitado aos mercados de capitais compensa a perda de crédito, mas na Europa o cenário é diferente.
O EURC, da Circle, é a principal stablecoin em euros, com oferta superior a US$ 543 milhões. Embora tenha crescido 48% no último ano, ainda é um ativo de nicho. O BCE continua avaliando o lançamento de um euro digital nativo, mantendo-se cauteloso quanto à adoção de stablecoins como ferramenta de política monetária.
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