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Visa, Mastercard e Coinbase lançam stablecoin com mais de 140 empresas; ações da Circle desabam

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Portal do Bitcoin·byRodrigo Tolotti
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Análise Gerada por IA

Este resumo é gerado por inteligência artificial para ajudar você a entender melhor os pontos principais do artigo. A análise é automatizada e deve ser usada como um recurso suplementar.

Consórcio Gigante Lança Stablecoin e Abala o Mercado

Um grupo de mais de 140 empresas, incluindo Visa, Mastercard, Stripe, BlackRock e Coinbase, uniu-se para lançar a Open USD (OUSD). Esta nova stablecoin promete revolucionar o mercado ao compartilhar a maior parte da receita gerada por suas reservas com as empresas participantes.

  • Modelo inovador de receita compartilhada ameaça o domínio de emissores tradicionais como Circle e Tether.
  • A stablecoin será emitida ainda este ano, com governança distribuída entre os membros do consórcio.

O que é a Open USD?

A Open USD é uma stablecoin em dólar que será administrada por uma organização independente. Diferente de moedas como USDC e USDT, que ficam com a maior parte dos juros das reservas, a OUSD distribuirá essa receita entre as empresas que a promovem e utilizam. Empresas poderão emitir e resgatar a stablecoin sem taxas e sem limites de volume, recebendo uma parte da renda das reservas após uma pequena taxa de administração.

Impacto Imediato no Mercado

O anúncio causou um impacto imediato nas ações da Circle, emissora da USDC, que chegaram a cair 16%. A reação do mercado reflete a preocupação com a chegada de um concorente com o apoio de gigantes dos setores de pagamentos, tecnologia e cripto. A competição agora não é mais apenas sobre qual token tem maior circulação, mas sobre quem controla a infraestrutura e a receita das reservas.

Um Novo Cenário para Stablecoins

O projeto, liderado por Zach Abrams (cofundador da Bridge), visa criar uma solução aberta e escalável que alinhe os incentivos de todos os participantes. Ao oferecer uma fatia da receita, o consórcio tenta transformar a adoção do token em uma fonte de lucro compartilhada. Este movimento sinaliza uma nova fase, onde consórcios de grandes empresas desafiam o modelo tradicional de emissores centralizados, aquecendo ainda mais a disputa pelo mercado de dólares digitais, que já supera US$ 300 bilhões.

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