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Brasil já tem mais de dez stablecoins ligadas ao Real brasileiro

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LiveCoins·byGustavo Bertolucci
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Análise Gerada por IA

Este resumo é gerado por inteligência artificial para ajudar você a entender melhor os pontos principais do artigo. A análise é automatizada e deve ser usada como um recurso suplementar.

Brasil: Polo de Stablecoins Atreladas ao Real

O mercado brasileiro de criptomoedas se consolida como um dos maiores do mundo para stablecoins lastreadas em Real (BRL), movimentando mais de US$ 140 milhões em diversas blockchains como Solana e Celo.

  • Mais de dez emissões ativas de stablecoins BRL foram mapeadas.
  • O mercado se divide entre projetos de acesso aberto (varejo) e uso interno (corporativo).

Segmento de Varejo em Alta

O setor de acesso livre conta com seis criptoativos disponíveis ao público, totalizando cerca de US$ 44 milhões em circulação. O BRLA lidera com mais de US$ 16 milhões, seguido pelo BRZ (US$ 15 milhões) e BRL1 (acima de US$ 1 milhão). Projetos como CREAL, BRLM e VRL completam a lista.

Desafios e Uso Corporativo

A pesquisa da Fintrender enfrentou dificuldades devido à falta de comprovação de reservas de alguns emissores. As principais redes para o varejo são Polygon, Celo e XRP Ledger. Já as opções corporativas, que rodam em blockchains de permissão controlada, somam pelo menos cinco emissões, usadas para tokenização de créditos e liquidação entre grandes empresas.

Regulação em Evolução

O Banco Central (BCB) estabeleceu novas regras em fevereiro, incluindo critérios de capitalização para prestadores de serviços. Em abril, uma norma proibiu o uso de criptomoedas como meio de liquidação em remessas internacionais eletrônicas, mas não impede a compra, venda ou transferência de stablecoins por investidores de varejo no país, desde que por instituições autorizadas (PSAV).

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