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Coreia do Sul reprime 40 operadores de criptomoedas não registrados

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Cryptopolitan·byAshish Kumar
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Análise Gerada por IA

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Coreia do Sul Intensifica Repressão a Criptomoedas Não Registradas

A Coreia do Sul está apertando o cerco contra operações de criptomoedas não autorizadas, encaminhando cerca de 40 empresas de serviços de ativos virtuais (VASPs) não registradas para a polícia. A ação faz parte de um esforço maior para pressionar por regras internacionais mais rígidas.

  • 40 VASPs não registrados foram denunciados à polícia pela Unidade de Inteligência Financeira (FIU).
  • A Coreia do Sul quer que o GAFI elimine os limites de valor para a "Regra de Viagem" em criptomoedas.

Táticas de Evasão e Riscos para Usuários

A FIU descobriu várias táticas usadas por plataformas estrangeiras para burlar a lei, que exige registro e certificação ISMS para operar no país. Entre elas:

  • Marketing em coreano no Telegram e KakaoTalk, mas com suporte ao cliente apenas em inglês.
  • Casas de câmbio convertendo stablecoins em won para estrangeiros.
  • YouTubers promovendo exchanges não registradas em troca de pagamentos.

Usuários dessas plataformas ilegais não são protegidos pelas leis locais, ficando vulneráveis a ataques hackers, golpes e perda de fundos.

Impacto Global e Histórico de Fiscalização

O diretor da FIU pediu ao GAFI que remova os limites de transação da "Regra de Viagem", buscando aplicar verificação de identidade em todas as operações. Se outros países seguirem, as exchanges globais precisarão de infraestrutura cara para micropagamentos.

Esta ação soma-se a outras em 2026, como a abertura de um processo criminal por manipulação de mercado e um acordo para troca de dados em tempo real entre órgãos financeiros e emissores de cartão de crédito, visando coibir a troca ilegal de moeda.

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