Ladrão de carteiras cripto pega 6 anos de prisão por roubar R$ 1,2 bilhão

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Golpe de engenharia social termina em prisão federal
Um jovem de 20 anos foi condenado a 78 meses de prisão por roubar mais de US$ 250 milhões em criptomoedas. O caso mostra como crimes digitais e físicos se combinam para atingir investidores.
- Marlon Ferro, conhecido como "GothFerrari", atuava como "instrumento de último recurso" da organização criminosa.
- O grupo operou entre 2023 e 2025, usando engenharia social para acessar carteiras digitais das vítimas.
- Quando os métodos digitais falhavam, Ferro invadia residências para roubar carteiras de hardware.
Invasões e roubos físicos
Em fevereiro de 2024, Ferro viajou ao Texas e roubou uma carteira com 100 BTC (mais de US$ 5 milhões na época). Cinco meses depois, no Novo México, quebrou uma janela com um tijolo para procurar mais carteiras.
Lavagem de dinheiro e luxo
Ferro também era o principal lavador de dinheiro do grupo, usando identidade falsa para criar cartões de pagamento digitais. Com os lucros, gastou mais de US$ 255 mil em roupas de grife, incluindo bolsas Hermès Birkin para a namorada do líder do grupo.
Consequências legais
Além da prisão, Ferro foi condenado a pagar US$ 2,5 milhões em restituição e três anos de liberdade condicional. A procuradora federal destacou que "fraude com criptomoedas não é um crime sem vítimas e sem consequências".
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