Stablecoins já respondem por cerca de 80% do volume declarado de criptoativos no Brasil
MacroeconomiaRegulaçãoPowered by AI
LiveCoins·byGustavo Bertolucci
·

Análise Gerada por IA
Este resumo é gerado por inteligência artificial para ajudar você a entender melhor os pontos principais do artigo. A análise é automatizada e deve ser usada como um recurso suplementar.
Stablecoins Dominam o Mercado de Criptomoedas no Brasil
As stablecoins se tornaram o principal ativo digital no Brasil, representando cerca de 80% do volume declarado de criptomoedas. A Receita Federal, com a nova declaração DeCripto (IN RFB nº 2.291/2025), alinhada ao padrão internacional da OCDE, reforça o combate à evasão fiscal e lavagem de dinheiro.
Principais Dados e Crescimento
- Volume Total: Entre 2019 e 2025, foram declarados R$ 1,58 trilhão em operações, com as stablecoins respondendo por R$ 1,13 trilhão (71,7%).
- Dominância Atual: A participação das stablecoins no volume mensal supera 80%, com pico de 91,5% em 2023. Em 2024/2025, estabilizou-se entre 76% e 80%.
- Crescimento Acelerado: O volume mensal saltou de 3,5% em 2019 para dezenas de bilhões de reais, atingindo um pico de R$ 39,7 bilhões em novembro de 2025.
A Tether (USDT) Lidera o Mercado
- USDT: É a stablecoin dominante, concentrando 88,7% de todo o volume declarado, o que equivale a aproximadamente R$ 1,0 trilhão.
- Outras Stablecoins: A USD Coin (USDC) aparece com 7,1%, e a Brazilian Digital Token (BRZ), atrelada ao real, com 3,4%.
Número de Transações e Regulamentação
- Atividade em Alta: O número de operações com stablecoins disparou, chegando a 185,7 milhões no período. O recorde foi em novembro de 2024, com 18,2 milhões de operações.
- Regras para Exterior: A nova regra da Receita Federal (DeCripto) exige que prestadoras de serviços estrangeiras que atuam no Brasil também declarem as transações, visando maior transparência e controle.
Ler o artigo completo
Este artigo é originário de LiveCoins. Clique abaixo para ler a história completa:
Ler Artigo Completo