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A mBridge da China aposta na tecnologia blockchain para quebrar o domínio global da SWIFT

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Cryptopolitan·byCollins J. Okoth
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Análise Gerada por IA

Este resumo é gerado por inteligência artificial para ajudar você a entender melhor os pontos principais do artigo. A análise é automatizada e deve ser usada como um recurso suplementar.

China Lança mBridge: Uma Ameaça Blockchain ao Domínio do SWIFT

A China está prestes a lançar comercialmente o mBridge, uma rede de liquidação baseada em blockchain que desafia diretamente o sistema SWIFT. Com mais de US$ 69 bilhões em transações já processadas fora do sistema tradicional, o projeto busca internacionalizar o yuan chinês e reduzir a dependência global do dólar americano.

  • Custos reduzidos pela metade em relação ao SWIFT
  • Liquidação em segundos, em vez de dias
  • Foco em stablecoins baseadas em yuan

Como o mBridge Funciona?

Diferente do SWIFT, o mBridge usa blockchain e múltiplas CBDCs (Moedas Digitais de Banco Central) para liquidar transações diretamente em um livro-razão compartilhado. Isso elimina a camada de bancos intermediários, reduzindo o tempo de liquidação de vários dias para apenas alguns segundos. Os custos de transação são estimados em cerca de metade dos custos típicos da rede SWIFT.

Quem Está por Trás do Projeto?

Desenvolvido desde 2021, o mBridge conta com o apoio de bancos centrais da Ásia e do Oriente Médio. Os participantes atuais incluem China, Hong Kong, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Tailândia e Macau. Uma entidade jurídica especializada em Hong Kong será responsável pelas operações diárias quando a rede atingir o status comercial. O Banco de Compensações Internacionais (BIS) supervisiona a operação.

Ameaça Real ao SWIFT?

Embora o SWIFT ainda lidere com mais de US$ 150 trilhões em transações anuais, o mBridge representa uma ameaça crescente. Analistas apontam que a adoção da plataforma pode aliviar a pressão sobre a liquidez e acelerar o fluxo de caixa para os bancos centrais. No entanto, a maior parte do volume atual ainda flui entre China e Hong Kong, e o impacto global da rede ainda não foi testado em larga escala.

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