Setor cripto pressiona Banco Central e Congresso por regulação própria para stablecoins
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Setor Cripto Defende Regulação Própria para Stablecoins no Brasil
A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) protocolou uma Nota Técnica no Banco Central e no Congresso, contestando a proposta de equiparar stablecoins a moeda eletrônica.
- A ABcripto defende que stablecoins não devem ser tratadas como moeda eletrônica.
- A entidade argumenta que esses ativos operam em blockchain com mecanismos próprios.
- O setor pede um regime regulatório específico, mantendo a supervisão do BC.
Principais Pontos do Documento
Reclassificação gera riscos: Para a ABcripto, equiparar stablecoins a moeda eletrônica criaria conflitos interpretativos e insegurança jurídica. O setor já opera sob o marco de ativos virtuais.
Proposta de regulação própria: A nota defende um regime específico para stablecoins, com o BC supervisionando via marco próprio. As exigências incluem qualidade de reservas, segregação patrimonial e auditoria periódica.
Aprimoramento do PL 4.308/2024: A entidade reconhece os avanços do projeto de lei, mas sugere melhorias sem ruptura do modelo regulatório em construção. O documento inclui análise de experiências internacionais.
Julia Rosin, diretora-presidente da ABcripto, destacou a importância de preservar a inovação e a competitividade do Brasil no mercado global, sem abrir mão da proteção aos usuários.
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