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Os principais bancos de varejo e grupos comerciais estão rejeitando o mais recente acordo sobre o rendimento das stablecoins previsto na Lei CLARITY

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Cryptopolitan·byHannah Collymore
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Stablecoins e a Lei CLARITY: A Divisão no Setor Bancário

A proposta de permitir rendimentos em stablecoins, presente na Lei CLARITY, está causando uma divisão no setor financeiro dos EUA. Grandes bancos de varejo e grupos comerciais rejeitam a medida, enquanto instituições como Goldman Sachs e Morgan Stanley a apoiam.

  • Divisão estratégica entre bancos de varejo e de investimento sobre rendimentos de stablecoins
  • Senadores condicionam aprovação da lei à inclusão de cláusula de ética
  • Probabilidade de aprovação em 2026 subiu para 68%, segundo Polymarket

O Conflito de Interesses

Instituições com forte presença no varejo, como as representadas pelo Bank Policy Institute e American Bankers Association, temem que stablecoins com rendimento atraiam depósitos para fora do sistema bancário tradicional. Elas argumentam que empresas como Coinbase e Stripe poderiam criar "produtos de risco" que imitam contas remuneradas.

Por outro lado, bancos como Goldman Sachs, BNY Mellon e Morgan Stanley veem a Lei CLARITY como uma porta de entrada legal para atividades com criptomoedas, como negociação, staking e empréstimos, além de estabelecer as bases para a margem de portfólio.

O Impasse Político

A senadora Kirsten Gillibrand foi enfática: a Lei CLARITY não avançará sem uma disposição que proíba altos funcionários do governo de lucrar com informações privilegiadas. "Ninguém votará a favor deste projeto de lei se não houver uma cláusula de ética", alertou, dando um prazo de uma semana para os negociadores resolverem as questões de proteção ao consumidor, finanças ilícitas e ética.

O cenário político também preocupa. Caso os democratas conquistem o Senado, figuras como Elizabeth Warren poderiam presidir a Comissão Bancária, criando um "território hostil" para o projeto. Brad Garlinghouse, CEO da Ripple, alertou que se a votação chegar às eleições de meio de mandato, a probabilidade de aprovação "cairá drasticamente".

Apesar dos obstáculos, dados da Polymarket mostram que a chance de aprovação da Lei CLARITY em 2026 subiu para aproximadamente 68%, indicando que, mesmo com as divergências, um acordo pode estar próximo.

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