O Brasil virou alvo das maiores redes de crime com cripto, aponta Chainalysis
Análise Gerada por IA
Este resumo é gerado por inteligência artificial para ajudar você a entender melhor os pontos principais do artigo. A análise é automatizada e deve ser usada como um recurso suplementar.
Brasil se torna alvo de redes globais de crime com cripto
O Brasil, maior mercado de cripto da América Latina, está na mira das principais organizações criminosas internacionais, de acordo com um novo relatório da Chainalysis. Entre julho de 2024 e junho de 2025, o país recebeu cerca de US$ 318 bilhões em valor onchain, atraindo não só investidores, mas também esquemas de lavagem de dinheiro.
Principais Ameaças Identificadas
- Três grupos dominam os fluxos ilícitos: redes de lavagem em língua chinesa (CMLNs), agentes ligados a sanções russas e o tráfico de drogas.
- Concentração de risco: Apenas cinco endereços de depósito concentram entre 75% e 90% do volume ilícito total por trimestre.
- Mudança no perfil: As stablecoins se tornaram o principal veículo para transações ilícitas, superando outras criptos.
Cenário Global e Local
O crime com cripto é uma onda global. Em 2025, o valor recebido por endereços ilícitos no mundo atingiu US$ 154 bilhões, um salto de 161% em relação a 2024. No Brasil, a lavagem ligada a cartéis de drogas, como o PCC e o Comando Vermelho, é a maior categoria, refletindo a posição do país nas rotas de cocaína. As redes CMLNs e os fluxos ligados à Rússia também têm presença forte e crescente.
Nova Regulação como Resposta
O cenário coincide com uma mudança regulatória acelerada. O Banco Central implementou um novo regime de licenciamento para prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs), com regras de reporte já em vigor e prazo final para licenciamento em outubro de 2026. A Lei 15.358 também ampliou os poderes para bloquear e apreender ativos digitais ligados ao crime.
Para a Chainalysis, a combinação de dados onchain e a nova regulação oferece uma oportunidade única para uma intervenção direcionada, capaz de agir mais rápido que as redes criminosas já instaladas no mercado brasileiro.
Ler o artigo completo
Este artigo é originário de BeInCrypto. Clique abaixo para ler a história completa:
Ler Artigo Completo